Por que o setor de Rental nunca teve um MBA próprio

Um segmento que movimenta bilhões em ativos, emprega dezenas de milhares de pessoas e nunca teve formação executiva dedicada. O MBARental existe para fechar essa conta.

MBARental21 de setembro de 2026 3 min de leitura
Capa editorial: Por que o setor de Rental nunca teve um MBA próprio. Educação executiva.

O setor de Rental brasileiro acumulou décadas de crescimento, gerou empresas com frotas de centenas de milhares de ativos e criou uma cadeia que vai da locação de compactadores de solo até a gestão de frotas corporativas de automóveis. Ao mesmo tempo, nenhuma escola de negócios construiu um programa pensado para quem opera dentro dessa lógica. O gestor de locadora que queria se desenvolver precisava juntar peças de cursos de logística, finanças genéricas e administração de varejo, e tentar encaixar tudo isso numa realidade que não se parece com nenhuma delas.

O motivo raramente é falta de demanda. Rental tem especificidades que não aparecem em MBA convencional nenhum: o ativo é o produto e o capital ao mesmo tempo, o ciclo de compra e venda de frota define margem tanto quanto o preço de diária, e a operação mistura crédito, tributação de ativo, telemetria e gestão de equipes em campo numa combinação que não tem equivalente em outro setor. Quando você tenta resolver isso com disciplinas genéricas, alguma parte do problema fica de fora.

O MBARental foi estruturado para não deixar essa parte de fora. O Núcleo Comum começa em Fundamentos do Negócio Rental, com Paulo Esteves e Paulo Miguel Junior, e avança por Economia e Finanças com Roberto Bastos Toffano, da Stellantis Locadora, por Crédito, Risco e Prevenção a Perdas com a Dra. Mônica Zambolini, da Conceito Locadora de Equipamentos, e por Gestão Tributária e Fiscal com Paulo Henrique Souza e Rodrigo Santana. Essas disciplinas não são adaptadas de outro setor. Elas foram construídas por pessoas que conhecem o balanço de uma locadora por dentro.

Depois do Núcleo Comum, o programa se divide nas trilhas Mobility e Equipment, e é aí que a formação ganha especificidade real. Na trilha Mobility, Juliana Premero trabalha Modelos de Negócio, o Prof. André Ricardo conduz Gestão dos Ativos Compra e Venda, Carlos Faustino abre o Ciclo do Aluguel e Victor Fernandes trata de Estratégia Comercial, Pricing e Indicadores. Na trilha Equipment, Yuri Caldeira cuida dos Modelos de Negócio, Saulo Rios conduz Operação do Ativo, Anderson Rossi abre o Ciclo do Aluguel e Adriana Braga, da Rental Fair, trabalha Estratégia Comercial e Pricing. Quem faz a dupla certificação passa pelas duas trilhas, Mobility nas segundas e Equipment nas terças, dentro do mesmo ciclo de quatro semanas por disciplina.

A trilha de Integradores une o que as outras duas constroem. Bruno Arena, da Casa do Construtor, trata de Crescimento e Estratégia Competitiva. Ana Paula Miranda, do Grupo Emtel, e o Prof. Carlos Tristão, da Go2 Capital, cobrem ESG, Circularidade e Sustentabilidade. Paulo Esteves e Paulo Miguel Junior voltam para fechar o programa com Futuro do Rental e Cenários de Transformação, uma disciplina que nenhum MBA generalista tem condição de entregar com a mesma precisão setorial.

O programa inclui ainda Aulas Magnas com João Appolinário, sócio da wRent, e Cláudio Zattar, da Unidas, e encerra com artigo científico, banca e formatura marcada para 17 de agosto de 2027. Não é um curso sobre gestão em geral aplicado ao Rental. É o contrário: é o Rental como ponto de partida para construir gestão.

Se você quer entender o que o programa entrega antes de qualquer decisão, o caminho é conhecer a grade completa em mbArental.com.br.

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